09/03/2013

failed pizza was also good


first paleo pancake

coconut, egg, organic vanilla yogurt and butter, cinnamon, almond

25/12/2012

As hormonas são mais gananciosas que os sentidos.

02/08/2012

25/07/2012


morangos do jardim


atum (enlatado; conservado em água), pimento e tomate refogados em azeite sobre alface e sob iogurte biológico natural.

24/06/2012

na comunicação social

Encontrar referências acerca da alimentação paleolítica e suas vantagens na comunicação social sabe  bem, a vitória!


(...) quem quer perder peso e manter-se saudável deve ingerir menos hidratos de carbono (até 120 gramas por dia) e privilegiar os que são consumidos pelo homem desde sempre - ou seja, o regresso ao passado. Quais? «Fruta, tubérculos, frutos secos, raízes e legumes. Todos estes alimentos têm açúcar. Quem não quiser prescindir do pão deve optar pelo que é feito com cereais integrais.» A explicação é simples: o nosso organismo não mudou tanto geneticamente como mudou a nossa alimentação. Por isso, de fora do plano alimentar proposto pelo investigador português ficam todos os hidratos de carbono simples e refinados. «São produtos muito tentadores, quer pelo paladar quer pela facilidade com que se adquirem nos supermercados, mas não comportam nenhum benefício para o organismo, pelo contrário.»
Além da prevenção e do controlo de certas doenças, Ricardo Silvestre garante que as dietas com baixos valores de hidratos de carbono dão outros resultados. Que se veem [sic] dois meses depois. «Menos massa gorda, mais músculo e uma silhueta redefinida (...)

Célia Rosa. 2012. Regresso ao Passado. Notícias Magazine [2012]. Disponível em: http://www.jn.pt/revistas/nm/Interior.aspx?content_id=2509935. 





22/06/2012

ancas largas

Há três anos e dois meses atrás decidi mudar a forma do meu corpo.
Declarei guerra oficial às minhas "ancas titânicas e pouco firmes", que tanto me agonizavam e embaraçavam! E as nádegas, então? Um terror. É o corpo em forma de pêra...

Dei crédito a conselhos erróneos e vagos; cometi erros clássicos. Testei e experienciei muito. Perdi-me, encontrei-me, resolvi-me, estagnei, avancei, regredi...
Chegou, pois, a altura de estabilizar e ficar "em paz":


compromisso
responsabilidade
equilíbrio
flexibilidade
realismo

Oh, que previsível, chato e desilusivo, não é? 
Para o bem ou para o mal, é mesmo assim que as coisas funcionam: por partes e prioridades. 

Mas o mais engraçado - quase irónico - é que hoje em dia olho para fotografias de outrora e não acho que o meu quadril e glúteos fossem tão desproporcionais como sentia. Não eram! - elas todas tinham razão. Hoje sim, são. Mais, pelo menos: ainda são oito os kilogramas de massa corpórea que excedem os que tinha. Quero usá-los como fonte de energia principal, até os números acalmarem.

É curioso como às vezes é preciso que nos despojemos daquilo que temos para lhe darmos o devido valor e reconhecimento. Tudo é tão relativo, afinal...
De qualquer modo, sim, é possível jogar esse relativismo a nosso absoluto favor: e é aqui que as coisas ficam mais interessantes.
Por isso, haja audácia para gostar e gozar aquilo que se tem de bom AGORA!
Melhorar o que se tem de menos bom, ao compasso que for mais adequado.
Lição de vida que custou a aprender...
Lição de vida que lhe dá o tempero e a racionalidade!






07/06/2012

sobre

Ancas Largas pretende actuar ao longo de duas linhas essenciais:


i) estimular a motivação pessoal - a minha, e talvez a vossa também

ii) ajudar a difundir termos e temas ainda pouco conhecidos no nosso Portugal, sejam eles:
  • alimentação à Paleolítico 
  • Primal Blueprint, uma variante da supracitada (a minha eleita)
  • o processamento e industrialização dos alimentos
  • menos hidratos de carbono e mais gorduras [ie, das fidedignas]
  • ómegas 3 e 6
  • a razão calorias provenientes de proteínas/gorduras saudáveis/hidratos carbono ~ 27/50/23
  • a toxicidade do glúten!
  • a desapropriação do consumo de leite não-humano (especialmente se tratado com hormonas e químicos)
  • o engodo pseudo-saudável: produtos artificiais, caros, redundantes, cheios de tóxicos ou simplesmente de anti-nutrientes (um bom exemplo polémico? a comitiva das sojas!)